terça-feira, 23 de janeiro de 2018

PORTUGAL MIL NOVECENTOS E CARQUEJA

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(Com colaboração de António-Pedro Fonseca)
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ANDAR NAS NUVENS . . .

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...LITERALMENTE
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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

VINCENT VAN GOGH

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Retrato do Dr. Gachet
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ESCUCHA ME MUCHO

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Já aqui referi a bóia de salvação que é a campanha dos advogados do Zezito de Vilar de Maçada contra as escutas telefónicas que o processo da Operação Marquês inclui e que são fatais para o autor do best seller "A Confiança no Mundo". De facto, as conversas, além de rascas, esclarecem e comprometem Zezito sem margem para dúvidas. É preciso ser artolas para usar o telefone daquela maneira.
Os advogados de defesa, percebendo a enrascadela, tentam descredibilizá-las, o que é uma burrice — quanto mais "guerra" lhes fazem, mais se torna evidente que são comprometedoras. Não dizem que são irrelevantes, forjadas, descontextualizadas, marginais, rebabá. Dizem que têm vírus e, portanto, não prestam, não servem e devem ser expurgadas do processo. Não as desvalorizam — têm medo delas, o que as valoriza. Mau sinal para Zezito; muito mau sinal.
Se não "correm" depressa com a Procuradora-Geral e "metem" lá outro Procurador "de feição", o que espero Marcelo não aceite, José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa está feito ao bife.
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A FALAR É QUE A GENTE SE ENTENDE

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Na quinta-feira, o dr. Costa escreveu no Twitter: “Tive com o Presidente da República da Eslovénia e tivemos uma excelente e amigável reunião de trabalho”. Desconheço o idioma em que a excelente e amigável reunião decorreu, mas rezo aos santinhos para que não fosse o português. Numa única frase, o dr. Costa conseguiu incluir “tivemos”, do verbo “ter”, e “tive”, do verbo “tar”, sem perceber que um dos vocábulos apenas cabe nas sofisticadas conversas mantidas pelas altas esferas do PS.
Vendo bem, pouco surpreende num sujeito que diz “verdeira” (queria dizer “verdadeira”), “poder-lhe-dizia” (“podia dizer-lhe”), “competividade” (“competitividade”), “prelenamente” (“plenamente”), “insintizamos” (“sintetizamos”), “era o que eu estou” (“era o que eu estava”), “pulação” (“população”), “arrepatação” (?), “badéfice” (“défice”), “protividade” (“produtividade”), “mobilição” (“mobilização”), “precalidade” (“precaridade”). E isto numa única ocasião, uma intervenção no parlamento há cerca de um ano (encontra-se facilmente na “net”, sob o adequado título “António Costa desafia Jorge Jesus para um duelo de português”). O dr. Costa escreve como fala e, para nossa miséria, provavelmente fala como pensa. [...]

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Alberto Gonçalves in "Observador"
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FALCON HEAVY

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Chegou à rampa de lançamento o novo foguetão da NASA — Falcon Heavy —, o mais potente foguetão desde o Saturno 5. Tem 70 metros de altura, pesa mais de 1.360 toneladas e pode transportar 64 toneladas de carga até órbitas baixas, mais do dobro dos foguetões actuais.
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AS IMAGENS FALAM POR SI

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Não é necessária a conversa da apresentadora. Machu Picchu é uma cidadela dos Incas, construída no Século 15, numa montanha do Peru com 2.430 metros de altitude!!!
É o mais conhecido ícone da Civilização Inca, Património Mundial da UNESCO e uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo.

SEASON OF JOY

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Brian Craine
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MAIS VALE TARDE QUE NUNCA

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A imagem em cima mostra parte de um postal, escrito em 1936 por Tomás Gallego, prisioneiro na Guerra Civil de Espanha, dirigido à família, dizendo os dias em que podia receber visitas — Gallego, com 37 anos, estava preso "em solitária" e viria a ser fuzilado um ano depois. Na época, a família não recebeu o postal, dirigido à mulher e aos filhos, mas recebeu-o agora, 81 anos mais tarde — não a mulher e os filhos, mas uma neta, Loli Alvarez Gallego. 
Luís Posadas Lubeiro, historiador, encontrou o postal num mercado de antiguidades e publicou-o no livro  História de Valladolid. Foi quando o editor do livro recebeu um telefonema de uma senhora "em choque", informando ser neta de Tomás Gallego. O ano passado, Lubeiro enviou o postal à senhora que declarou aos jornalistas poder agora o avô descansar em paz.
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O FUTURO NÃO É BRILHANTE

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AS DUAS CABELEIRAS DO APÓS CALIPSO

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domingo, 21 de janeiro de 2018

KAZIMIR MALEVICH

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"O amolador"
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ZÉ COLMEIA EM APUROS

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SOMOS PÓ DE ESTRELA

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Já temos falado das supernovas que, na realidade, são "supervelhas", ou seja, estrelas em estertor, moribundas, em fim de vida. É um espectáculo parcialmente reconstituído neste vídeo da NASA, da morte de uma estrela, no ano de 1680, na constelação Cassiopeia.
Como é sabido, as estrelas, que começam por ser só hidrogénio — o átomo mais simples que existe — por fenómenos sucessivos de fusão atómica, sintetizam átomos de múltiplos elementos. No vídeo, alguns desses elementos são mostrados com cores diferentes. O ferro que esta fabricou servia para formar 70.000 Terras, vejam lá! Mas há também silício, enxofre, rebabá. Todos os átomos de que são feitos os seres vivos, INCLUINDO NÓS, Homo sapiens, foram fabricados assim, em estrelas — parece mentira, mas é verdade!
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EM TAMANHO, A ESTRELA SOL É UMA CACA

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BETRÜGER IN DER EURO-FAMILIE

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Em 2010, a revista alemã Focus mostrava na capa uma fotografia da Vénus de Milo com um braço restaurado e a mão com o dedo médio esticado e os outros dedos flectidos e a legenda Betrüger in der Euro-Familie, qualquer coisa como aldrabões na Euro-Família. No interior publicava um artigo cujo título era "2000 anos de declínio". A revista referia-se aos gregos.
Infelizmente, por experiência própria, confirmo a opinião da revista: nunca fui tão aldrabado — em todos os países que conheço — como na Grécia, Pátria de Sócrates, Platão, Míron, Fídias, Píndaro, Sófocles, Pitágoras, Tucídides e por aí fora.
Perguntar-se-á o que aconteceu. Sofreram os gregos uma mutação genética colectiva? O seu genoma foi contaminado com genes externos, infiltrados por inimigo silencioso e desconhecido? Alguém deitou mau olhado aos helénicos? Não creio. Os gregos foram sempre assim!
Num excelente artigo de Johanna Hanink, professora da era clássica, publicado no AEON Magazine e intitulado "Even the ancient Greeks thought their best days were history" (Até os antigos gregos pensavam que os seus melhores dias eram História), a autora transcreve textos da época nos quais gregos ilustres da antiguidade já se queixavam do que refere a revista Focus e me queixo eu. Penso 
— se interessa isso a alguém  é que os gregos, cultos ou incultos, sábios ou ignorantes, criativos ou burros, artistas ou não, foram sempre assim: aldrabões — tout court.
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CHUVA

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Documentário experimental, intitulado Regen (Chuva), realizado em 1929 em Amesterdão pelo realizador Joris Evans, antes, durante e depois de uma tempestade com muita chuva. A música nesta versão restaurada — Fourteen Ways to Describe Rain — é do compositor austríaco Hanns Eisler.
Constitui o documento uma ilustração de como progrediram, 
em menos de 90 anos, os meios de realizar este tipo de vídeos. Hoje, qualquer amador, com um computador rasca e uma máquina de filmar ainda mais rasca, faz coisa melhor. Mas é uma ternura a viagem ao passado.
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CABEÇA NÃO É SÓ PARA USAR CHAPÉU

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Carneiros e ovelhas pintados de vermelho para não se perderem de vista, "camuflados" na neve, em Dumfries, na Escócia — engenho e arte!
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sábado, 20 de janeiro de 2018

OS GRANDES VELEIROS

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A VIDA É ASSIM ! . . .

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UM ACTO DE RESISTÊNCIA

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O cacau e o chocolate têm profundas raízes culturais e espirituais na América Central. Os Maias adoravam o Deus do Cacau e bebiam chocolate sagrado nas celebrações. Os Aztecas acreditavam que a árvore do cacau era a ponte entre a Terra e o Céu, um dom de Quetzacoatl, Deus da Sabedoria.
Nos últimos anos, a cultura do cacau caiu muito no México, consequência de outras explorações mais rentáveis, como o petróleo. Mas há quem resista, por paixão e convicção, não por interesse.
Um 
vídeo bonito!
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"CUMULUS CASTELLANUS"

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 Torre-Nuvem (cumulus castellanus), fotografada da Estação Espacial Internacional, sobre uma ilha das Bahamas. O fenómeno deve-se a à existência de correntes de ar ascendentes que obram o fenómeno.
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VÍRUS HÁ MUITOS ! ! !

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Lê-se nos jornais que a defesa de Zézito de Vilar de Maçada não aceita as escutas feitas na investigação da Operação Marquês porque estarão contaminadas por vírus que as tornam "imprestáveis" (sic).
Imprestável, segundo os dicionários, é a qualidade do que não presta e, nesse aspecto, os causídicos têm razão. Já viram a tarefa ingrata do Procurador Rosário Teixeira, do Juiz Carlos Alexandre e sabe-se lá quem mais, de ouvir aquelas conversas, em vez de um fado da Ana Moura, ou a Quinta Sinfonia do Beethoven? Não tem comparação!... As escutas não prestam. É verdade...
E vírus?!!!... Mas que vírus?!!! Os advogados Pedro Delille e João Araújo não entram em pormenores taxonómicos pelo que ficamos sem saber, o que é grave lacuna pois não foi em vão que Linnaeus queimou as pestanas para classificar o mundo dos vivos. Por mim, desconfio que deve ser o vírus da caxumba, como os brasileiros chamam à parotidite infecciosa, neste caso uma parotidona manhosa. A última palavra será do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, única instituição com competência para se pronunciar sobre a natureza da infecção e pode muito bem acontecer vir a revelar-se igual à do estádio do Estoril-Praia, que o FêQuêPê dizia estar "infectado" e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil desmentiu, dizendo que foi só fumaça dolosa.
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PALHAÇO RICO VIRA PALHAÇO POBRE

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A palhaçada faz hoje o primeiro ano 
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(Sem ofensa para os palhaços)
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EH . . . EH . . .EH . . .

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(Clique na imagem para se rir mais)
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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

ÚLTIMA HORA

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 24ª hora de 19 de Janeiro de 2018
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O LEÃO DA METRO

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TRÊS IMAGENS QUE RIMAM

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RELIGIÃO, VULCÃO E CANHÃO
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AQUI JAZ O PAVIMENTO DE UM ANDAR

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PROSA CAMILIANA

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O trecho camiliano mostrado em cima, com recorte literário esmerado, estranhamente não foi escrito por Camilo, nem Eça ou Ramalho. Foi redigido e prantado no Facebook por S. Exª Eduardo Vítor Rodrigues, digníssimo Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.
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DIFÍCIL, MAS MUITO ABAIXO DE TRUMP!!!...
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"GANDA" FÊQUÊPÊ ! ! ! : 2º CAPÍTULO

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Há 4 dias publiquei o post mostrado em cima, onde manifestava dúvidas sobre a genuinidade da ameaça derrocadora no estádio do Estoril Praia num momento em que o FêQuêPê perdia por 1-0 e ameaçava perder por mais. Está mesmo a ver-se que ali houve engenho e não engenharia  não está-se?
Hoje leio que o Laboratório Nacional de Engenharia Civil considera que o Estádio em causa não apresenta "comportamento deficiente", dando razão ao Estoril Praia e contrariando a opinião de "Macaco", Presidente do Conselho de Administração da colectividade de utilidade pública "SuperDragões". Acontece aos melhores!
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AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA


Uma estrela "banal" como o nosso Sol, não é mais que um agregado imenso de átomos de hidrogénio, constuídos por um protão (encarnado), com carga eléctrica positiva no núcleo, e um electrão (verde), com carga negativa, a girar em  volta. Devido à alta pressão criada no centro da estrela pela gravidade, os átomos de hidrogénio são fundidos em pares, formando átomos de hélio, com dois protões no núcleo e dois electrões a gravitar em volta dele. Adicionalmente, ganham duas partículas novas no núcleo, os neutrões (azul), sem carga eléctrica. Esta fusão liberta enorme quantidade de energia, energia que nos ilumina e aquece, "bronzeia" as beldades nas praias, faz a fotossíntese nalgumas plantas, rebabá.
Mas o hidrogénio do Sol é como a gasolina do depósito dos automóveis — consumindo, acaba. E o hidrogénio do Sol um dia acabará, como já aconteceu em milhões de estrelas do Universo. O do Sol esgotar-se-á dentro 4,5 mil milhões da anos. Então, sem fusão de átomos, o núcleo da estrela "esmorece, murcha, encolhe e colapsa" — kaput!
Nessa situação, a "casca" da estrela, neste caso o Sol, destaca-se do núcleo chocho e salta pelo espaço fora. É o que chamaram os antigos astrónomos uma supernova porque julgavam ser o fenómeno uma estrela a nascer e não a morrer.
Morta e colapsada a estrela, o seu volume diminui muito por efeito da gravidade e, na ausência de hidrogénio, os outros átomos presentes, sobretudo hélio nesta fase, são esmagados, com os electrões negativos empurrados para o interior do núcleo onde são neutralizados pelos protões positivos, gerando neutrões. A partir de certa parte do "filme", só há neutrões! Está formada o que se chama uma estrela de neutrões — é verdade, embora pareça mentira!
As estrelas de neutrões têm dimensões relativamente pequenas — o máximo 2,6 vezes o Sol — mas massa enorme, muito concentrada: uma colher de chá de uma estrela de neutrões pode pesar 10 milhões de toneladas. Parece anedota, mas é o que diz quem sabe.
Se a massa ultrapassa valor superior a 2,6 vezes a do Sol, aproximadamente, a estrela de neutrões colapsa novamente, tornando-se ainda mais comprimida e forma o que se chama um buraco negro, objecto exótico a modos, digo eu, de super-estrela de neutrões. Chama-se buraco negro porque a gravidade é tanta que nem a luz — fenómeno electromagnético sem massa — lhe escapa e por isso não se vê, mas come tudo. Os astrónomos sabem que está lá porque avaliam a sua gravidade; agora mais facilmente através da observação das ondas gravitacionais. Mas deixemos isso para melhor ocasião.

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CONTESTAR NEWTON E A LEI DA GRAVIDADE

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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

JOHANNES VERMMER

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GOLFINHOS AO ESPELHO

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À PROCURA DO OUTRO EU

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O que está a dar é encontrar sósias nossos nas obras de arte clássicas, o que parece ser mais frequente do se pensa. É o caso do Senhor Ross W. Duffin, na fotografia, que encontrou o seu numa obra do Século XVII, pintura de Jan van Bijlert. Trate o(a) leitor(a) de procurar porque pode estar mais perto do que pensa. Por mim, vou começar no Museu de Arte Antiga!
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VOILÁ !.. . .

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Brigitte Bardot aparece hoje neste blog para se perceber o que 83 anos fazem a todos nós. Mas não fazem só o que se vê. Fazem também o que se não vê numa fotografia: por exemplo, a opinião. 
Sobre o assédio sexual, agora na moda, segundo a actriz, a maior parte das queixas de assédio são o que Trump chama de fake news e acrescenta: Muitas actrizes comportam-se como cock-teasers com os produtores a fim de arranjar emprego e depois vêm dizer que foram assediadas para serem faladas. A maior parte delas são ridículas, hipócritas e sem interesse. Eu nunca fui assediada e sempre gostei de ser cortejada.
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O PAPEL AGUENTA TUDO

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Um tal Dr. Alejandro Gallego-Schmid, da Universidade de Manchester, escreveu um paper na revista Science of The Total Environment em que revela a quantidade de dióxido de carbono gerado na União Europeia pelo uso dos micro-ondas — ou seja, pela produção de electricidade para o funcionamento desses micro-ondas  e chegou à conclusão que são 7,7 milhões de toneladas de CO2. 
Não lembra ao careca! Tive um professor que dizia sobre alguns artigos científicos que "o papel aguenta tudo" e é bem verdade. Aliás, um dos leitores da notícia referida comenta mais ou menos assim: Vou fazer um estudo sobre a pegada de carbono da ciência lixo (junk science) e usar este artigo como um case study. Calcularei a electricidade necessária para alimentar os ecrãs e os computadores do Dr. Alejandro Gallego-Schmid para fazer o artigo, o tempo gasto pelos leitores do artigo e o próprio tempo da sua preparação, comparando depois com quantas árvores podiam ser plantadas nessas horas/mão de obra e darei no fim o custo da insensatez do trabalho em unidades "micro-ondas".
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A TRISTEZA DO OUTONO

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DUPLICAÇÃO DE ESCULTURAS

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A técnica de duplicação de esculturas em metal oco, usando a cera, tem séculos de existência mas caiu em desuso. E é pena porque se consegue reproduzir grandes obras ocas, mais leves e resistentes à fractura. O problema é ser muito complicada, como se percebe neste vídeo.
A escultura mostrada é do Imperador Adriano que reinou de 117 a 138 DC.

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MANIFESTAMENTE EXAGERADO

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É conhecida a bem humorada "saída" de Mark Twain quando alguém disse que ele tinha morrido: "As notícias sobre a minha morte são manifestamente exageradas", terá comentado. O humor de Twain 
pode também aplicar-se aos catastrofistas do ambiente, nomeada e principalmente aos que gritam vem aí o lobo quando se fala de aquecimento global. 
Parece que o lobo vem de facto a caminho, mas muito mais devagar e esfomeado do que se diz em previsões "manifestamente exageradas". Chega a falar-se em aumentos de 6 graus na temperatura global e o Acordo de Paris tem como meta uma subida de apenas 2 graus. 
Pois bem, de acordo com um trabalho publicado na revista Nature, revista que não carece de apresentação, é provável que o aumento seja apenas entre 1,5 e 2 graus, "só" com as medidas já em curso.
Não dizem os autores que não é preciso fazer nada — não Senhor! Dizem apenas que essa coisa da subida das águas até submergir o Big Ben, para caricaturar a situação, é conversa de vem aí o lobo. Take it easy, como dizem os Eagles, e fé no taco, que não há-de ser nada de cuidado. E não "percam" o cabelo do baterista.

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FINA FLOR

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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

JOHANNES VERMEER

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MAMÃE EU QUERO

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EH...EH...EH...

É uma no olho prá Theresa Regina e duas no rabo para o Boris
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